Publicado por: Gabriela em: Março 22, 2008
Um grito surdo que não tinha coragem de vir à tona. O baluarte derrocara. O indolente e displicente dia-a-dia que fora seu alicerce vinha a baixo, desmoronando, não só ele, mas também sua cuidadosa arquiteta. Tão minuciosa ela fora!, cada poeirinha vã ela limpara, dando seu toque pessoal à rotina maçante. Tudo tão perfeitamente maquinado, [...]
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