Publicado por: Gabriela em: Maio 30, 2008
E cadê o deus
dos amores descompassados
Que cheiram a mofo,
A Casa de vó
Aqueles, descruzados
Ah, meu coração tanto batia por ti
- Coração oco!
Que esqueceu de bater por si próprio
E o que ficam?
As memórias sem cheiro
Sem gosto…
Gimme more opium!
“Essa é a tragédia da vida… o tempo sempre muda alguma coisa”.
Ai, amiga, quando as pessoas pararem de sofrer por amor, com certeza pararão também de ser pessoas!
Maio 31, 2008 às 6:03 pm
bem tri assim essa poesia (:
(cabei de amassar o lincontra a mesa sem querer, deu só pra ouvir um piado abafado pra dentro de agonia)
adorei, sério mesmo! é tua, guria?
o tempo sempre muda alguma coisa, mas a questão é se tu vai te deixar levar por essa mudança ou vai lutar contra ela. Acho que tu tá te deixando levar, e acho que é assim que tem que ser.
nem sei do que eu estou falando, mas ok
aehuoeahi beijos!