Publicado por: Gabriela em: Maio 30, 2008
E cadê o deus
dos amores descompassados
Que cheiram a mofo,
A Casa de vó
Aqueles, descruzados
Ah, meu coração tanto batia por ti
- Coração oco!
Que esqueceu de bater por si próprio
E o que ficam?
As memórias sem cheiro
Sem gosto…
Gimme more opium!
“Essa é a tragédia da vida… o tempo sempre muda alguma coisa”.
Publicado por: Gabriela em: Maio 23, 2008
E à medida que o tempo passa as lembranças vão ficando mais distantes, vão ficando menos nítidas, desacreditadas; e aquele sentimento forte e aquela dor no peito que as acompanhavam, vão desaparecendo. As lembranças vão ficando sem cor, sem cheiro, sem gosto.
“Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais…”
Publicado por: Gabriela em: Abril 17, 2008
Era uma vez um menino tímido, carismático, meio-bonito-meio-feio, muito inteligente e cheio de talento e criatividade. Ele era músico. Ele tocava muito em seu violão, compunha belas músicas, sua voz era tenra e ele só falava poesia, até mesmo quando dizia um “oi”. Ele escrevia coisas bonitas. Ele falava coisas bonitas. Ele era uma pessoa [...]
Publicado por: Gabriela em: Abril 6, 2008
Pior do que trair um contrato é trair um sonho.
A fidelidade aos sonhos é muito mais séria do que a fidelidade aos casamentos.
E quando alguém rouba o seu sonho? Quando alguém faz pouco de tudo que você constrói há tempos, com todo seu amor e todo seu carinho? Com tudo de melhor que há em [...]
Publicado por: Gabriela em: Abril 3, 2008
Por que diabos o amor nos atormenta tanto?
Tudo é amor. A mídia fala de amor. A TV e os meios de comunicação em geral vendem o amor como o fim último da vida. A publicidade, mesma coisa. Os livros também. E os filmes? Idem. Tudo gira em torno de a mulher encontrar seu príncipe, que [...]
Publicado por: Gabriela em: Março 24, 2008
Cada pessoa vai formando sua partitura ao longo da vida. Cada pessoa contém em si uma música a ser desenvolvida. É triste quando duas músicas diferentes se combinam e, de súbito, não sincronizam mais, fogem de sua harmonia e ficam insustentáveis. Um abismo invisível se impõe, e a despeito da luta das notas musicais para [...]
Publicado por: Gabriela em: Março 20, 2008
Eis que se cruzaram novamente, uns anos depois. Ele a olhá-la, sem pronunciar uma só palavra; ela, ansiosa, a não compreender a indiferença, muito embora fosse completamente nítida a razão pela qual o silêncio prevalecesse. Tão pequena era a distância que os separava mas tão explícito estava para ela, agora, o abismo que, de fato, [...]
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