Publicado por: Gabriela em: Setembro 21, 2008
1. Mulheres (e tb homens, apesar de ser mais raro) ”pudicas” e “santinhas”
Sério, eu repudio demais essa característica. Não passa de moralismo hipócrita. Eu simplesmente tenho HORROR de moralismo. Já dizia sabiamente o filósofo, ”a moralidade é o instinto do rebanho no indivíduo”.
Personificação deste item:
A semi-virgem Sandy, que casou com a mesma cara e mesmas roupas insossas de sempre. [...]
Publicado por: Gabriela em: Maio 30, 2008
E cadê o deus
dos amores descompassados
Que cheiram a mofo,
A Casa de vó
Aqueles, descruzados
Ah, meu coração tanto batia por ti
- Coração oco!
Que esqueceu de bater por si próprio
E o que ficam?
As memórias sem cheiro
Sem gosto…
Gimme more opium!
“Essa é a tragédia da vida… o tempo sempre muda alguma coisa”.
Publicado por: Gabriela em: Maio 23, 2008
E à medida que o tempo passa as lembranças vão ficando mais distantes, vão ficando menos nítidas, desacreditadas; e aquele sentimento forte e aquela dor no peito que as acompanhavam, vão desaparecendo. As lembranças vão ficando sem cor, sem cheiro, sem gosto.
“Na parede da memória, essa lembrança é o quadro que dói mais…”
Publicado por: Gabriela em: Maio 8, 2008
Vocês já devem saber do que essas imagens se tratam. O “artista” Guillermo Habacuc Vargas expôs um cão faminto e adoentado amarrado em uma galeria de arte, para que se observasse sua deterioração e morte. Obra-prima do artista, que ganhou muitos elogios e prêmios.
Fiquei estarrecida. Eu, que não tenho cachorro e tampouco sou ativista dos direitos [...]
Publicado por: Gabriela em: Abril 17, 2008
Era uma vez um menino tímido, carismático, meio-bonito-meio-feio, muito inteligente e cheio de talento e criatividade. Ele era músico. Ele tocava muito em seu violão, compunha belas músicas, sua voz era tenra e ele só falava poesia, até mesmo quando dizia um “oi”. Ele escrevia coisas bonitas. Ele falava coisas bonitas. Ele era uma pessoa [...]
Publicado por: Gabriela em: Abril 9, 2008
E aquela menina serelepe, de riso fácil e olhos azuis brilhantes, agora é cinza e sem vida. Pálida, fosca, apática, só lhe é possível arrancar sorrisos vazios, tristonhos. As suas palavras, pifeas, desordenadas, aleatórias, formam frases tristes. E ela não brilha mais como antes. Roubaram seus sonhos.
Publicado por: Gabriela em: Abril 6, 2008
Pior do que trair um contrato é trair um sonho.
A fidelidade aos sonhos é muito mais séria do que a fidelidade aos casamentos.
E quando alguém rouba o seu sonho? Quando alguém faz pouco de tudo que você constrói há tempos, com todo seu amor e todo seu carinho? Com tudo de melhor que há em [...]
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